Mostrando postagens com marcador apologética. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador apologética. Mostrar todas as postagens

sábado, 26 de outubro de 2013

O IV Concilio de Constantinopla mandou adorar imagens?


Alguns sites tem tentado usar a seguinte acusação:

Deviam aprender com catecismo de vocês católicos, pois a própria cartilha de Roma condena o que ela pratica:

"A idolatria não diz respeito apenas aos falsos cultos do paganismo. Continua a ser uma tentação constante para a fé. Ela consiste em divinizar o que não é Deus. Há idolatria desde o momento (((em que o homem h...onra e reverencia uma criatura [[[em lugar de Deus]]], quer se trate de deuses ou de demônios (por exemplo, o satanismo), do poder, do prazer, da raça, dos antepassados, do Estado, do dinheiro, etc., «Vós não podereis servir a Deus e ao dinheiro», diz Jesus (Mt 6, 24). Muitos mártires foram mortos por não adorarem «a Besta», recusando-se mesmo a simularem-lhe o culto. A idolatria (((recusa o [[[senhorio único de Deus]]]; é, pois, incompatível com a comunhão divina))).


A vida humana unifica-se na (((adoração do Único))). O mandamento (((de adorar [[[o único Senhor]]]))) simplifica o homem e salva-o duma dispersão ilimitada. A idolatria é uma perversão do sentido religioso inato no homem. Idólatra é aquele que «refere a sua indestrutível noção de Deus seja ao que for, que não a Deus."


(Catecismo da Igreja Católica, Parágrafos 2113, 2114)


Entretanto, Assim diz o Concílio de Constantinopla:

“Se alguém, não ADORA A IMAGEM de Cristo Salvador, não verá a sua forma no Segundo Advento. DA MESMA FORMA, honramos e ADORAMOS A IMAGEM da sua Imaculada Mãe, e as IMAGENS DOS SANTOS… Aqueles que assim não sentem, sejam amaldiçoados”.

[CANON III do Concílio IV de Constantinopla (869-870)].

sábado, 5 de outubro de 2013

Por que guardar o domingo e não o sábado?


A obrigação de cultuar a Deus pelo menos uma vez por semana, para reconhecer que Deus é o Senhor do tempo e de nossa vida, vem da própria lei dada a Moisés no Sinai.

Com efeito, no Decálogo se lê no terceiro mandamento:

"Lembra-te de santificar o dia de sábado. Trabalharás durante seis dias, e farás neles as tuas obras. O sétimo dia, porém, é o sábado do Senhor teu Deus"
(Exodo 20, 8-10).

A Igreja, após a ressurreição de Cristo, passou a santificar o primeiro dia da semana, no lugar do sábado.
O motivo é que Jesus ressuscitou no Domingo, primeiro ou oitavo dia da semana, inaugurando a Nova Criação, libertada do pecado.

Assim o Domingo (= dominus, dia do Senhor) é a plenitude do Sábado judaico. Sabemos que o Antigo Testamento é um figura do Novo; o Sábado judaico é um figura do Domingo cristão.

O Catecismo da Igreja assim explica:

§2175 – “O Domingo distingue-se expressamente do sábado, ao qual sucede cronologicamente, cada semana, e cuja prescrição ritual substitui, para os cristãos. Leva à plenitude, na Páscoa de Cristo, a verdade espiritual do Sábado judaico e anuncia o repouso eterno do homem em Deus. Com efeito, o culto da lei preparava o mistério de Cristo, e o que nele se praticava prefigurava, de alguma forma, algum aspecto de Cristo (1Cor 10,11)”.


Os Apóstolos celebravam a Missa “no primeiro dia da semana”; isto é, no Domingo, como vemos em Atos 20,7“No primeiro dia da semana, estando nós reunidos para a fração do pão…”

domingo, 7 de julho de 2013

Os pecados da Igreja


Por Alice von Hildebrand

Afinal, como a Igreja pode ser santa se a história está manchado pelos muitos pecados dos católicos? Ora, essa dúvida só aparece quando não se sabe exatamente o que Cristo quis dizer com as palavras As portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mt 16, 18). Este artigo é uma adaptação de The Church Ask for Forgiveness, publicado pela autora em 2000.
Conta-se que Napoleão, o vencedor de tantas batalhas, após ter mantido o Papa Pio VII prisioneiro em Fontainebleau por longo tempo, queria tomar a Igreja Católica sob a sua tutela para assim alcançar a hegemonia total na Europa. Com isso em mente, redigiu uma Concordata que entregou ao Secretário de Estado, o cardeal Consalvi. O imperador disse ao cardeal que voltaria no dia seguinte e que queria o documento assinado.

Depois de ler a Concordata, Consalvi informou Sua Santidade de que assinar o documento equivaleria a vender a Igreja ao Imperador da França e, por conseguinte, implorou-lhe que não o assinasse. Quando Napoleão voltou, o cardeal informou-o de que o documento não havia sido assinado. O imperador começou então a usar um dos seus conhecidos estratagemas: a intimidação. Teve uma explosão de raiva e gritou: “Se este documento não for assinado, eu destruirei a Igreja Católica Romana”. Ao que Consalvi calmamente replicou: “Majestade, se os papas, cardeais, bispos e padres não conseguiram destruir a Igreja em dezenove séculos, como Vossa Alteza espera consegui-lo durante os anos da sua vida?”

sábado, 26 de janeiro de 2013

Inquisição




Em síntese: O Prof. João Bernardino Gonzaga expõe aos leitores traços tipicos do mundo medieval e pós-medieval, em que funcionou a Inquisição. Evidencia, mediante pesquisa do Direito Penal da Idade Média, que os procedimentos da Inquisição eram os do Direito Civil da época, de modo que não causavam estranheza nem aos sábios nem ao povo simples. Apesar disso, nota-se que a Inquisição, não raro, abrandou a jurisprudência do seu tempo; soube abrir exceções em favor dos condenados e os seus juizes tentaram comportar-se com honestidade e retidão de Intenções, certos de que os bens espirituais são mais valiosos do que os materiais e, por isso, merecem todo o zelo da parte de quem os professa.

As páginas que se seguem, reproduzem trechos do livro do Prof. J. B. Gonzaga, livro de leitura altamente proveitosa, pois põe em relevo vários traços da vida medieval e pós-medieval que são desconhecidos do homem contemporâneo e habilitam a compreender melhor o fenômeno "Inqui­sição'

sábado, 13 de outubro de 2012

Por que Deus não impediu o primeiro homem de pecar?



Uma vez a irmã Maria Eunice falou algo que me chamou a atenção. Ele fez uma pergunta: Quem é mais inteligente, você ou Deus? Digo isso por que quando fazemos uma pergunta assim, de certa forma estamos chamando Deus de burro. Será que não passou pela cabeça de Deus essa possibilidade? Ora, se Ele não fez isso, é por que Ele pensou em algo mais. As vezes queremos ensinar a Deus. Eita povinho petulante!

Para responder essa pergunta posto aqui a frase de São Leão Magno que está no parágrafo 412 do Catecismo:

“A graça inefável de Cristo deu-nos bens melhores do que aqueles que a inveja do Demônio nos havia subtraído”. (CIC§412)

sábado, 6 de outubro de 2012

O que é a Idolatria? Qual a diferença entre Idolatria e Veneraçao?


CATACUMBA - ANJOS E SANTOS














Em alguns ramos do cristianismo, Veneração (do latim veneratio, do grego δουλια, "douleuo" ou "dulia", que significa "honrar") ou Veneração dos santos descreve uma especial devoção aos santos, que são considerados modelos de vida cristã que gozam no Céu da vida eterna, podendo interceder pelos fiéis, sendo a veneração uma forma de prestar-lhes respeito. O Culto Divino está devidamente reservado apenas para Deus (latria) e nunca para o santos. Embora o termo "veneração" ou "culto" seja frequentemente utilizado, verdadeiramente significa apenas prestar honra ou respeito (Dulia) aos santos. Veneração não deve ser confundida com idolatria.

A Veneração é demonstrada externamente pela reverência a ícones de santos e relíquias, pois as imagens são consideradas como "fotografias de nossos parentes, servindo para nos lembrarmos dos santos homens do passado" [1]. E "aquele que se prostra diante do ícone, prostra-se diante da pessoa (a hipóstase) daquele que na figuração é representado"[2]. Exemplos de confecção de imagens e veneração podem ser encontrados na Bíblia em Ex 25,17-22; Nm 21,8-9; 1 Cr 28, 18-19; e etc. É praticado pela Igreja Católica, Ortodoxa, Nestoriana, Não-calcedonianas e alguns grupos da Comunhão Anglicana e Luterana.[3]