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sábado, 5 de outubro de 2013

Qual o destino após a morte?



A maior esperança cristã é esta: a vida não termina na morte, mas continua no além. E muitos perguntam “o que virá depois?”. Somente a fé católica tem resposta clara para esta questão.

A Carta aos hebreus diz que “está determinado que os homens morram uma só vez e em seguida vem o juízo” (Hb 9,27). Para nós católicos, isso liquida de vez com a mentira da reencarnação, que engana tantas pessoas, e as deixa despreparadas diante da morte, acreditando neste erro, e com uma falsa idéia de salvação.

São Paulo ensinava aos cristãos de Corinto, muito influenciados pela mitologia grega que dominava a região, que “ao se desfazer esta tenda que habitamos neste mundo, recebemos uma casa preparada por Deus e não por mãos humanas, uma habitação eterna,  no céu” (2Cor 5,10). Mas, Paulo não deixou de dizer que “teremos de comparecer diante do tribunal de Cristo. Alí cada um receberá o que mereceu, conforme o bem ou o mal que tiver feito enquanto estava no corpo” (2Cor 5,10).

A Igreja nos ensina que logo após a morte vem o Juízo particular da pessoa. Diante da justiça perfeita de Deus, seremos julgados. Mas é preciso lembrar que o Juíz é o mesmo que chegou até o lenho da Cruz para que ninguém fosse condenado, e tivesse à sua disposição, através dos Sacramentos da Igreja, o perdão e a salvação que custaram a Sua Vida.

sábado, 14 de setembro de 2013

Fora da Igreja não há salvação?


Convenhamos o seguinte: para que uma pessoa crer em Jesus Cristo, é preciso que conheça ou já tomou conhecimento do Cristianismo, já que o verdadeiro cristão crê na Santíssima Trindade ( Pai, Filho e Espírito Santo). Digo isso, que para melhor explicar a sua pergunta à pessoa não venha afirmar que só acredite em Deus!

A partir desta argumentação venhamos a entender a Salvação Fora da Igreja Católica Apostólica Romana através do BATISMO.

O batismo é meio instituído por Jesus para aplicar a cada alma individual a reparação do pecado original que Ele nos obteve na cruz. Jesus não nos força a receber seu dom, esse dom de vida sobrenatural que Ele nos conseguiu. Oferece-o com todo interesse, mas cada um tem que aceitá-lo livremente. E essa aceitação realiza-se quando recebemos o sacramento do batismo.

Então a via normal que encaminha o homem ao fim último que Deus lhe destinou, á bem aventurança sobrenatural, é o sacramento do Batismo ( batismo de água ). A fidelidade à vida sacramental constitui antecipação da vida celeste.

Todavia desde a antiguidade se reconhecem dois outros meios que podem eventualmente suprir o sacramento do batismo.

1) O martírio ( Batismo de sangue ), ou seja, a entrega da própria vida em testemunho da fé. Tal ato supõe, no grau mais intenso de que seja capaz o indivíduo, amar a Deus e odiar ao pecado. É assim a mais perfeita imitação do sacrifício de Cristo. Por isto purifica a alma, tornando-a apta a passar imediatamente à visão de Deus. O martírio foi sempre considerado o ideal da perfeição, e o mártir foi à primeira figura de Santo venerada na história da Igreja;

domingo, 30 de junho de 2013

E os que morreram antes de Cristo?



CRISTO DESCEU À MANSÃO DOS MORTOS

632. As frequentes afirmações do Novo Testamento, segundo as quais Jesus «ressuscitou de entre os mortos» (1 Cor 15, 20) (528), pressupõem que, anteriormente à ressurreição, Ele tenha estado na mansão dos mortos (529) este o sentido primeiro dado pela pregação apostólica à descida de Jesus à mansão dos mortos: Jesus conheceu a morte, como todos os homens, e foi ter com eles à morada dos mortos. Porém, desceu lá como salvador proclamando a Boa-Nova aos espíritos que ali estavam prisioneiros (530).

633. A morada dos mortos, a que Cristo morto desceu, é chamada pela Escritura os infernos, Sheol ou Hades (531), porque aqueles que aí se encontravam estavam privados da visão de Deus (532). Tal era o caso de todos os mortos, maus ou justos, enquanto esperavam o Redentor (533), o que não quer dizer que a sua sorte fosse idêntica, como Jesus mostra na parábola do pobre Lázaro, recebido no «seio de Abraão» (534). «Foram precisamente essas almas santas, que esperavam o seu libertador no seio de Abraão, que Jesus Cristo libertou quando desceu à mansão dos mortos» (535). Jesus não desceu à mansão dos mortos para de lá libertar os condenados (536), nem para abolir o inferno da condenação (537), mas para libertar os justos que O tinham precedido (538).